Secção Museu
Página de EntradaPesquisarMapa do SiteAjudaPerguntas Mais Frequentes
Página de ENtradaPesquisarMapa do SiteAjudaPerguntas Mais Frequentes
Exposição - InícioServiçosColecçõesBiblioteca
saltar menu: ALT+x
Primeira Sala

Moedas
Serralharia
Vidro
Olaria
Carpintaria
Cantaria
Fiação
Agricultura
Construção Civil
Utensilios e Ferramentas
Louças
Lucernas
Escrita
Jogos e Passatempos
Adorno
Equipamento Militar
Pesos e Medidas
Saúde e Higiene
Mapa do Museu com a primeira sala seleccionada Segunda Sala Terceira Sala Quarta Sala
Fotos alusivas a louças. Estes links abrem uma nova janela Foto alusiva a louças Foto alusiva a louças Foto alusiva a louças Foto alusiva a louças

Louças


As cerâmicas romanas mais antigas aqui descobertas, chamadas “terra sigillata” foram produzidas em Itália. Conimbriga passa depois a abastecer-se na Gália do Sul e depois nas oficinas hispânicas de Tritium Magallum (Trício). A partir de meados do século III, o grande centro abastecedor das louças de mesa de luxo, situa-se no norte de África. Com estas cerâmicas de qualidade são também importados os vasos de “paredes finas”, vasos de beber populares antes da generalização do vidro.

A par da cerâmica fina importada usam-se as louças de mesa indígenas, com delicadas tonalidades onde predomina o cinzento impecavelmente polido.

Além das cerâmicas de qualidade especial, há cerâmicas de fabrico comum, igualmente próprias para servir à mesa, tais como jarros, pucarinhos, malgas e pratos de diversos tamanhos. Ao lado da baixela, o trém culinário conta grande número de formas e tamanhos de recipientes para cozinhar e guardar alimentos que variam bastante ao longo dos séculos.

Entre os recipientes para armazenar ou transportar alimentos sobressaem as talhas (dolia) e as ânforas. A partir do século V d.C. as cerâmicas nos seus aspectos técnicos e estéticos, fazem um contraste flagrante com os períodos anteriores.


Topo da Página
English
2002 @ Museu Monográfico de Conimbriga / IPMWebdesign: Mediaprimer.pt