Secção Ruínas
Página de EntradaPesquisarMapa do SiteAjudaPerguntas Mais Frequentes
Página de ENtradaPesquisarMapa do SiteAjudaPerguntas Mais Frequentes saltar menu: ALT+x
Casa de Andercus

Escavação:
Missão Luso-Francesa, nos anos de
1964 a 1968. Outras escavações
expuseram parte dos seus limites (a
Leste, na rua da Casa da pátera
Emanuel) em 1977 (Dir. Prof. J. Alarcão).
Estes trabalhos foram objecto de
regularização em 1996.

Documentação disponível:
Plano pedra-a-pedra (1/50, publicado
a 1/100, arquitectura a 1/200) das
escavações Luso-Francesas
(Fouilles I**, est.). Escavações
complementares de J. Alarcão em
1977 e de Virgílio H. Correia em 1996
tratadas num plano geral a 1/100.

Caracterização sumária:
ínsula de carácter residencial
(maioritariamente ?) de que se
conhecem os limites ( menos a Sul ).
A designação de “casa” é imposta pela
epigrafia (Fouilles II, nº 99).

Bibliografia da escavação:
Fouilles I, 65-85, 135-143, 155-165, 194
(XV), 242 (XLII). Não existe publicação respeitante aos trabalhos de 1977. Existe um relatório sobre os trabalhos de 1996 (Virgílio H. Correia) no arquivo do MMC. Não se conhecem outras referências bibliográficas.
Mapa das Ruínas de Conimbriga, com a Casa de Andercus seleccionada
Fotos alusivas à Casa de Andercus. Estes links abrem uma nova janela

O edifício a que um achado de epigrafia atribuiu o nome de casa de Andercus está localizado entre o fórum e as termas, e o progresso das escavações luso-francesas permitiu identificar todo o seu perímetro (à excepção do limite Sul). Todavia, pouco se conhece das estruturas e da sua história.

A parte da fachada virada à praça do fórum foi precedida, aquando da sua construção, de um pórtico de pilares (não de colunas) que foi desenhado de forma a revestir a fachada desta ínsula e a da ínsula da pátera Emanuel. Aparentemente, este pórtico foi arrasado quando a remodelação flaviana do fórum o estendeu para Sul de tal forma que a entrada da praça do fórum para a rua das termas deixou de poder fazer-se, dada a constrição que este pórtico representava. Nesta zona, um recesso na fachada da ínsula leva a imaginar algum dispositivo urbano, que pode ter sido uma fonte.

Talvez seja contemporânea deste período a decisão de fechar por completo as portas de lojas que abriam para o pórtico, que eram duas, e as das outras duas que abriam já para a rua das termas. Nestas últimas, todavia, o fecho não foi completo como nas primeiras, passando numa primeira fase a abertura, que continuou a existir, a fazer-se apenas por uma porta de vão natural. Estes fenómenos combinados levam a que, de toda esta ínsula, apenas quatro unidades residenciais se identifiquem, e duas delas muito incompletamente.

Retroceder
English
2002 @ Museu Monográfico de Conimbriga / IPMWebdesign: Mediaprimer.pt
Foto de ruínas da Casa de Andercus Foto de ruínas da Casa de Andercus Foto de ruínas da Casa de Andercus